sexta-feira, 6 de abril de 2012

Lateral da Praça Conselheiro Rodrigues Alves - Década de 1930


Ao fundo a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, e ao lado, em sequência a casa que pertenceu ao Visconde de Guaratinguetá, a casa do Doutor Flamínio Lessa (atual Diretoria Regional de Ensino), a Leite e Companhia e outras casas e comércio.

Acervo do Museu Frei Galvão

















Antiga residência na ladeira Dr. Benedito Meirelles (atual Kafé Hotel), pertencente ao Doutor Haldenfelder. Acervo do Museu Frei Galvão

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Antiga Rua Macário e atual Praça Doutor Benedito Meireles, descida do Kafé Hotel, tendo ao fundo, na Praça Conselheiro Rodrigues Alves, os edíficos da Igreja Nossa Senhora Rosário dos Pretos e da Câmara Municipal - s.d.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Vista Geral de Parte Urbana - s.d.
A fotografia, tirada provavelmente a partir do Morro do Passarinho, próximo da atual Estação Rodoviária, mostra o Cemitério Senhor dos Passos, do lado esquerdo, criado na década de 1850; a atual Rua Monsenhor Filippo, que no período era dominada por chácaras urbanas; parte da Rua Visconde de Guaratinguetá, nas imediações da rodoviária. Ao fundo, aparecem a região do atual bairro do Pedregulho, e parte da vila Pernilongo, nas proximidades do Buriti Shopping.

domingo, 15 de agosto de 2010

Rua da Cruz Grande - s.d.
A atual Rua Marechal Deodoro foi a principal rua de passagem para viajantes nos século XVIII e XIX, como parte do traçado da antiga estrada São Paulo-Rio de Janeiro. Do lado esquerdo o sobrado do Major Bento Antônio de Campo, destruído por incêndio na década de 1940. Dizia-se que o major esteve sempre naquele local e dentro do folclore da cidade, por ter sido morto por escravos, em 1879.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
Demolida na década de 1930, onde hoje localiza-se a Padaria Rosário, esquina da Praça Conselheiro Rodrigues Alves e Rua Monsenhor Filippo. Era uma das mais antigas capelas da cidade, construída na segunda metade do século XVIII, para ofícios religiosos da população escrava

sábado, 7 de agosto de 2010

Ribeirão de São Gonçalo - Descida atrás do Colégio do Carmo - anterior a 1950.
O barranco, no lado direito da imagem, foi cortado por ocasião da construção da Rodovia Presidente Dutra, no inicio da década de 1950, segundo informações do Senhor José Antônio Guimarães França (pai do nosso amigo, o poeta e escritor Tonho França). Segundo ele, o Ribeirão São Gonçalo é inconfundível, pelo contorno ser diferente dos demais existentes no município. O pintor Ernesto Quissak retratou a mesma rua, mas de outro ângulo, mostrando a capela que ali existia e que na fotografia aparece somente o campanário.